Colaboradores

Igor O. Pereira

 

Igor O. Pereira é bacharelando em Ciência da Computação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e tem curso técnico em Informática pelo Centro Paula Souza, através da ETEC. Atualmente trabalha como desenvolvedor e analista de software freelancer e com empresa individual constituída, oferecendo uma plataforma de serviços integrados para os seus clientes. Iniciado no Kardecismo, a integração dos conhecimentos da doutrina aliados aos conhecimentos de lógica aristotélica fizeram o caminho para o espiritualismo bastante natural.

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Priscila Spezzano

 

Priscila Spezzano é graduada Bacharel em Sistemas de Informação pela ITE – Instituição Toledo de Ensino, com especialização em andamento em Análise, Projeto e Gerência de Sistemas pela instituição Anhanguera. Tem formação no curso técnico em Contabilidade, onde hoje é atuante na área. Possui planejamento de publicação de pesquisas científicas que abrangem o estudos da religião e antropologia, em contrapartida com a ciência e desenvolvimento de tecnologias. Espiritualista e atuante na Umbanda, aprecia o estudo da magia livre envolta para o feminino.

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Caio Ribeiro Chagas

 

Filho de uma psicóloga e de um escritor, ambos também professores, Caio cresceu rodeado por livros. Nunca conseguiu se ver como um escritor e não gosta de escrever sobre si mesmo em terceira pessoa. Entrou na vida acadêmica movido pelo desejo de ser professor, tendo sido agraciado com o título de mestre em mídia e tecnologia pela UNESP, mesma instituição pela qual se graduou em design. Desde que foi picado pelo bicho da filosofia – no momento em que aprendeu a falar – começou a desenvolver fascínio por cosmogonias, o que o levou inclusive a um gosto por religião comparada e a uma necessidade de vivenciar diversas crenças na pele. Embora escreva muito sobre política, seu interesse por política é mero efeito colateral de sua curiosidade a respeito das diversas perspectivas humanas. Teve que explicar o que um exemplar de “O Mundo como Vontade e Representação” fazia em sua gaveta de cuecas e certa vez plagiou William James sem nunca tê-lo lido. Trabalha como designer de jogos digitais, onde tenta criar experiências que provoquem alterações benéficas na consciência das pessoas.

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